Whitesnake é uma banda de hard rock britânica formada em 1977. Entre os seus sucessos destacam-se a balada "Is This Love", do álbum Whitesnake de 1987, e a pesada "Love Ain't No Stranger", do álbum Slide It In de 1984.
Logo após o fim do Deep Purple, em 1976, David Coverdale não perdeu tempo e no mesmo ano criou e lançou seu projeto solo: David Coverdale's Whitesnake. O segundo álbum desse projeto, Northwinds (1977) foi produzido por Roger Glover (do MK II do Deep Purple) e contou com a participação de Ronnie James Dio (à época no Rainbow com Ritchie Blackmore) nos 'backing vocals'.
A formação da banda que acompanhava Coverdale era Bernie Marsden e Micky Moody (guitarras), Neil Murray (baixo) e Dave Dowle (bateria). Em 1978 saiu o álbum considerado de estréia do Whitesnake, Trouble. No ano seguinte, Jon Lord (também ex-membro do Deep Purple) juntou-se à banda e na sequência vieram Lovehunter (1979) e Live in the Heart of The City (1980).
Live in the Heart of City é um álbum que reúne dois shows feitos pela banda: o Live In The Heart Of City de 23 e 24 de junho de 1980 e o Live at Hammersmith de 23 de novembro de 1978. O show mais antigo contém algumas músicas do Deep Purple da época que Coverdale esteve no vocal. O show mais recente, contém um 'insert' para um solo de Moody usando slide e fazendo ritmos bem countries/folk na faixa Love Hunter.
Em Ready an' Willing, de 1980, Ian Paice (também ex-Purple) já fazia parte da banda. Apesar de tantos 'ex-Purples', o som do Whitesnake teve, desde o início, um estilo diferente do Deep Purple, mais voltado para o hard rock americano, com fortes influências 'redneck' presentes na guitarra com slide de Moody , ótimos 'riffs' e um baixo bem presente e elaborado.
Em 1981 lançam Come an' Get It e em 1982, Saints & Sinners que conquista o público com músicas como "Here I Go Again" e "Crying In The Rain". Muitas mudanças ocorrem no Whitesnake após este álbum e até o término da banda foi cogitado, o que não aconteceu. Após a turnê de Saints & Sinners, Ian Paice deixa a banda. Pouco depois, Bernie Marsden Neil Murray também saem. Mas Coverdale não esmorece e chama Cozy Powell para substituir Paice. Mel Galley (ex-Trapeze) assume a guitarra e Colin Hodgkinson o baixo. Lançam Slide It In em 1984 e, após o lançamento, mais uma mudança: Micky Moody sai, sendo substituído por John Sykes (ex-Tygers of Pan Tang). "Love Ain't No Stranger", "Guilty Of Love" e "Slow and Easy" fazem dele um sucesso, podendo ser considerado um dos mehores álbuns da banda. Mel Galley apresenta problemas no braço e fica afastado da banda parte da turnê. O Whitesnake segue com um só guitarrista. O baixista Neil Murray volta para a banda enquanto Jon Lord volta para o Deep Purple.
Em 1985 a banda toca no Brasil, no Rock in Rio, no lugar do Def Leppard (que desistiu na última hora devido ao trágico acidente de carro de seu baterista, Rick Allen, que teve um braço amputado). Cozy Powell também deixa a banda e em seu lugar entra Aynsley Dunbar. Whitesnake de 1987 traz como participação especial, o guitarrista Adrian Vandenberg. A música "Is This Love" estoura nas paradas mundiais, sendo inclusive tema de telenovela no Brasil.
As mudanças não param por aí, Vandenberg é efetivado na banda e John Sykes sai (dizem que ele queria ser o único guitarrista), Tommy Aldridge e Rudy Sarzo (Quiet Riot) substituem Aynsley Dunbar e Neil Murray respectivamente. Vivian Campbell (atualmente no Def Leppard) faz do Whitesnake um quinteto mais uma vez. O próximo álbum Slip of the Tongue de 1989 porém, tem Steve Vai na guitarra, em vez de Campbell.
Apesar do sucesso de hits como The Deeper The Love, o disco não vendeu muito bem, e Coverdale decide dar um tempo. Ele só volta em 93 com um projeto chamado Coverdale / Page (com Jimmy Page, ex-Led Zeppelin).
Coverdale reformulou o Whitesnake em 1994, lançando uma coletânea, Greatest Hits. Em dezembro de 97 esteve no Brasil, no show da festa da 89 FM promovendo seu novo álbum, Restless Heart.
Starkers in Tokyo surgiu quando a EMI propôs que Coverdale e Adrian Vandenberg fizessem um show acústico no Japão para promover o novo álbum. O resultado foi tão bem aceito pelos fãs que acabou virando CD.
Em 2000, a gravadora lançou o “The Best of”, um disco que traz parte dos grandes hits que fizeram do Whitesnake uma das melhores bandas de hard rock do mundo. Já em 2003, ele começam uma turnê mundial, onde forma "headliners" em diversos festivais na Europa e América do Norte. No "line up" estão Reb Beach e Doug Aldrich nas guitarras, Timothy Drury nos teclados, Marco Mendoza no baixo e Tommy Aldridge na bateria, além é claro, de Coverdale nos vocais.
Em 2008, já com Uriah Duffy no baixo e Chris Frazier na bateria, a banda lança o álbum Good to Be Bad após 11 anos, sem lançar um álbum de originais. O disco é lançado em versão CD normal, uma versão com caixa rigida especial com ofertas como poster, autocolantes e faixas extras e ainda em versão LP especial. O álbum contem já hits instantâneos como: "Lay Down Your Love", "Can You Hear the Wind Blow", "Good To Be Bad" e ainda as baladas "All I Want All I Need" e "Summer Rain". O álbum foi para já muito bem acolhido pela imprensa como grande candidato a álbum do ano. A banda passa dia 2 de Agosto por Portugal na sua actual digressão, no Festival EXPOFACIC em Cantanhede, Coimbra.
Formação atual David Coverdale - Vocais e guitarra(em algumas musicas) Doug Aldrich - Guitarra Principal Reb Beach - Guitarra Timothy Drury - Teclados Uriah Duffy - Baixo Chris Frazier - Bateria
Discografia Snakebite (1978) (EP) Trouble (1978) Lovehunter (1979) Live at Hammersmith (1980) (Ao vivo) Ready an' Willing (1980) Live...in the Heart of the City (1980) (Ao Vivo) Come an' Get It (1981) Saints & Sinners (1982) Slide It In (1984) Whitesnake / 1987 (1987) Slip of the Tongue (1989) Restless Heart (1997) Starkers in Tokyo (1997) (Ao vivo) Live In the Still of the Night (2006) (DVD) Live: In the Shadow of the Blues (2006) (Ao vivo) Good to Be Bad (2008)
Quando as luzes do Estádio do Morumbi se apagaram nesta sexta-feira (27) poucos minutos depois das 20h30, as arquibancadas e pistas foram tomadas por gritos e principalmente pelas luzes vermelhas emitidas dos chifres luminosos vendidos por R$ 5 (antes do show) ou R$ 10 (durante a apresentação). Uma animação exibida nos telões indicava que em poucos segundos o AC/DC assumiria o palco com sua nova turnê, a Black Ice Tour, apresentada para 65 mil pessoas na capital paulista.
Liderados pelo performático guitarrista Angus Young, os veteranos roqueiros conduziram uma verdadeira aula de rock 'n' roll durante as duas horas de apresentação. Em alto e bom som, o quinteto fez uma releitura de sua carreira com os hits mais marcantes desde a fundação do grupo em 1973 até o elogiado Black Ice, de 2008.
A introdução da aula dos australianos veio com uma música nova, Black Ice, que já estava na ponta da língua dos fãs. Logo em seguida, dois clássicos já fizeram o público pular e cantar sem parar. Hell Ain't a Bad Place to Be e Back in Black, esta última um dos maiores êxitos dos australianos, foram tocadas para o delírio dos seguidores do grupo.
Além da introdução visual, o grupo mostrou que a cartilha do rock está em dia. Ao fim da vinheta, os telões que se abrem revelam a locomotiva, que, mesmo sendo cenográfica, não para de soltar fumaça em um posicionamento que "invade" o palco do grupo. O show seguiu então na mesma infalível fórmula intercalando canções do novo disco, como Big Jack e War Machine, mas sem esquecer-se de hinos do rock como Thundestruck e Hells Bells.
Ajudando o mestre Angus Young em sua aula, o vocalista Brian Johnson ficou responsável pelo carisma. Ao falar com o público pela primeira vez, soltou uma pérola e caiu na graça do público. "Nós não falamos bem 'brasileiro', mas falamos bem o rock n roll", disse. Em um palco que falava por si só, os integrantes do AC/DC seguiram dominando a sala de aula. Uma passarela com chão de vidro, que tinha uma câmera na parte debaixo, serviu de caminho para Angus Young fazer seus clássicos passes e tocar guitarra no meio da pista.
O quesito dos efeitos especiais ganhou destaque principalmente nas previsíveis, mas igualmente sensacionais, coreografias e efeitos reservados para os hits. Em Hells Bells, lentamente um gigante sino desce no meio do palco com o logo da banda em sua lateral. Da mesma passarela, surge Brian Johnson, longe de aparentar 62 anos, que dá um pique e agarra a corda do sino fazendo soar suas badaladas.
Para não parecer que só os clássicos ganharam produções especiais, as canções novas foram acompanhadas por boas animações sincronizadas nos quatro telões do palco. Em War Machine, por exemplo, imagens mostram um avião de guerra em um bombardeio de guitarras e outras cenas ligadas aos conflitos em terra, mar ou no ar.
Embora os efeitos visuais roubem a cena do espetáculo, a parte teatral também não fica para trás. Em outro momento já coreografado, mas mesmo assim surpreendente, Angus Young abandona sua guitarra durante The Jack. Com uma base de blues, o músico começa a se despir no palco sem pressa alguma, tirando uma peça por vez calmamente. Para finalizar, o guitarrista abaixa sua bermuda e mostra uma cueca com o logo do AC/DC, embora em épocas anteriores preferisse mostrar suas nádegas sem problema.
Já a canção TNT, um dos maiores sucessos do grupo, dispensa qualquer tipo de efeito e mostra o poder de rock de arena do AC/DC. Acompanhados pelas poderosas guitarras dos irmãos Young, o público soltou o tradicional "oi, oi, oi" alto o suficiente para ecoar no lotado Estádio do Morumbi. Mesmo assim, para não deixar essa lição de lado, colunas de fogo se encarregam de fechar a execução da música.
Para finalizar esta primeira etapa do show, o grupo encerra com Whole Lotta Rosie, com uma gigante boneca inflável que surge montada no trem do AC/DC, e Let There Be Rock, que usou toda a parafernália de iluminação possível trazida pela banda sendo impressionante mesmo para nossa época de apagão. Em um momento solo, Angus Young, que lidera a banda durante todo o show, mostra de fato sua importância e destaque no grupo com um longo solo de guitarra.
Com a inseparável Gibson SG, o guitarrista fez um verdadeiro portfólio musical usando toda sua técnica com riffs e solos variados com feeling e velocidade.Nesta parte da aula, Angus mostra que a pose também é vital para um roqueiro. A todo momento cobrando gritos do público, o músico seguiu para o palco no fim da passarela, montado no meio da pista. Lá, sob uma chuva de papel picado, o guitarrista seguiu incansável solando em uma plataforma erguida a mais de dez metros de altura.
Bis Em um breve intervalo cedido pelos professores do AC/DC, os fãs se mostram inquietos e, ao contrário dos tempos de escola, ansiosos pelo retorno de seus mestres. Com gritos de "olê, olê, olê, olê, AC/DC", os seguidores da banda cobraram a volta do grupo, mesmo sabendo que o setlist da atual turnê seria seguido sem improvisos em São Paulo.
Para o fim, o AC/DC guarda mais dois hinos nesta vasta seleção que possuem após 36 anos de carreira: Highway to Hell e For Those About to Rock (We Salute You). Nesta última o único recurso que ainda não havia sido usado no palco surge. Canhões aparecem nas beiradas e no centro do palco. Sincronizados com a música, eles efetuam disparos ensurdecedores para o delírio do público.
Com o apagar das luzes do palco, o AC/DC ainda havia preparado mais uma surpresa. "Como bom show de rock", como definiu um fã que deixava a pista, uma queima de fogos de artifício marcou a despedida dos veteranos de São Paulo em uma aula de duas horas que não deve deixar ninguém de recuperação.
Confira o setlist: Rock N' Roll Train Hell Ain't a Bad Place to Be Back in Black Big Jack Dirty Deeds Done Dirt Cheap Shot Down in Flames Thunderstruck Black Ice The Jack Hells Bells Shoot to Thrill War Machine Dog Eat Dog You Shook Me All Night Long T.N.T. Whole Lotta Rosie Let There Be Rock
Bis Highway to Hell For Those About to Rock (We Salute You)
Les Paul (nome artístico de Lester William Polfus; Waukesha, 9 de junho de 1915 - White Plains, 13 de agosto de 2009[1]) foi um guitarrista e pioneiro no desenvolvimento de técnicas e instrumentos musicais elétricos.
Começou a se interessar por música aos 8 anos de idade, quando começou a tocar gaita. Logo aprendeu banjo e posteriormente guitarra. Aos 13 anos de idade já era guitarrista de música country e já tocava profissionalmente.
Após participar de algumas bandas, Paul lançou seus dois primeiros discos em 1936: um deles com o nome de Rhubarb Red, e outro como músico da banda de Georgia White.
Após anos fabricando suas próprias guitarras e inovando com novos modelos e características de fabricação, cria uma das primeiras guitarras com corpo de madeira sólido. A Gibson Guitar Corporation fabricou algumas dessas guitarras, mas não quis assiná-las com logo da marca. Após alguns anos, a fabricante mudou de idéia: Gibson Les Paul é uma guitarra usada no mundo todo, tanto por profissionais quanto por amadores. Guitarras Les Paul vêm sendo usadas por: Jimmy Page, Ace Frehley, Joe Perry, Adrian Smith, Peter Frampton, Duane Allman, Gary Moore, Paul McCartney, Jeff Beck, Dickey Betts, Neal Schon, Tom Scholz, Mike Bloomfield, Eric Clapton, George Harrison, Phil Campbell, Buckethead, Gary Rossington,John Fogerty, Slash, Pete Townshend, Tommy Thayer, Daron Malakian, Zakk Wylde, Noel Gallagher, David Gilmour, Dave Grohl, Kirk Hammett, Marcus Siepen, Jay Jay French (Twisted Sister), Billie Joe do Green day e Mark Knopfler
Les Paul morreu de complicações de pneumonia no Hospital White Plains, em White Plains, Nova Iorque, ao lado de sua família e amigos.
Fonte: pt.wikipedia.org
Lester William Polsfuss, known as Les Paul (June 9, 1915 – August 13, 2009) was a musician and inventor. He was a pioneer in the development of the solid-body electric guitar, which "made the sound of rock and roll possible." He is credited with many recording innovations, including overdubbing (also known as sound on sound), delay effects such as tape delay, phasing effects, and multitrack recording.
His innovative talents extended into his playing style, including licks, trills, chording sequences, fretting techniques and timing, which set him apart from his contemporaries and inspired many of the guitarists of the present day. He and his wife Mary Ford had many hit records in the 1950s.
The Gibson Les Paul, one of the world's most popular electric guitars, is named in his honor. On August 13, 2009, Les Paul died of complications from pneumonia at White Plains Hospital in White Plains, New York. His family and friends were by his side. His attorney stated to the media that Paul had been "in and out of the hospital" because of illness.
On hearing of his death, many artists and musicians paid tribute by expressing their sorrow in various news media. Among those who paid tribute to Les Paul were Saul "Slash" Hudson, Trey Anastasio, Joe Satriani, Tom Morello, Ace Frehley, Brian "Head" Welch, Tad Kubler, John 5, and Keith Richards.
Na terça-feira (7), em Los Angeles, o rei do pop finalmente descansou em paz - como diz a inscrição das lápides, R.I. P. (Rest In Peace). Mas não sem antes participar de um último show, o da sua despedida, que seus fãs pelo mundo exigiam - e que alguns de seus amigos chamaram de circo, como a atriz Elizabeth Taylor, que não compareceu à cerimônia pública de despedida do astro, realizada no Staples Center, ginásio que abriga os jogos, entre outras equipes esportivas, do time de basquete Los Angeles Lakers, em Los Angeles.
Durante todo o tempo da cerimônia, que teve início às 10h10 (14h10, horário de Brasília), o caixão de Michael Jackson - banhado a ouro e que custou ÚS$ 25 mil - esteve no centro do palco do Staples Center. Após o evento público, transmitido ao vivo para todo o mundo até por volta das 16h50, seria realizado o enterro do astro pop, em uma cerimônia privada, reservada somente à família.
Trajeto fúnebre O caixão chegou ao ginásio minutos antes do início da cerimônia pública - que reuniu aproximadamente 17 mil pessoas entre parentes, amigos e fãs -, por volta das 9h50 (13h50 de Brasília). O traslado do corpo do cantor foi feito num carro fúnebre e, durante todo o trajeto, o veículo foi escoltado pela Polícia de Los Angeles, num total de 29 carros que percorreram 20 km com ruas fechadas.
Primeiras mensagens A festa de despedida começou com as palavras do compositor Smokey Robinson, que foi o "mestre de cerimônias" do evento. Ele leu mensagens enviadas à família pela cantora Diana Ross e pelo líder sul-africano Nelson Mandela.
A festa começou com um coral e depois a cantora Mariah Carey e Trey Lorenz subiram ao palco para cantarem juntos I'll Be There, um dos primeiros sucessos de Jackson, ainda com o grupo Jackson Five.
Show impecável O segundo a se apresentar foi Lionel Ritchie, que cantou Jesus is Love. Depois dele, o pianista e cantor Stevie Wonder afirmou que "não gostaria de estar vivo para ver este momento", antes de interpretar Never Dreamed You'd Leave in Summer.
O show de despedida ao rei do pop continuou com a vencedora do Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante de 2007, Jennifer Hudson, que cantou Will You Be There, Jermaine Jackson, um dos oito irmãos de Jackson, que cantou Smile, uma da músicas preferidas de Michael; depois John Mayer tocou Human Nature; Usher que cantou emocionado Gone Too Soon; e o garoto galês de 12 anos Shaheen Jafargholi, revelado recentemente no programa Britain's Got Talent - na mesma edição de Susan Boyle -, que cantou Who's Loving You.
O penúltimo número musical foi We Are The World, cantado por uma série de artistas no palco do Staple Center. O diretor de sua última turnê - que iria começar no dia 13 de julho em Londres -, Kenny Ortega (o mesmo dos telefilmes High School Musical), revelou, antes da performance, que este era o número do novo show que Michael Jackson mais gostava. A última música do repertório da cerimônia foi Heal The World. Nesse momento, os membros da família Jackson, inclusive os filhos do astro, também subiram ao palco.
Emoção à flor da pele Entre as apresentações, discursos comovidos lembravam fatos da vida de Michael. Um dos mais emocionados foi o da amiga e ex-namorada Brooke Shields. A atriz, que namorou o cantor em 1984, contou histórias de seus dias com Michael e leu um trecho de O Pequeno Príncipe, livro que o músico gostava.
Outro ponto alto e carregado de emoção foi o recado que a filha de Michael, Paris, de 11 anos, deu à audiência. "Meu pai foi o melhor pai que se pode imaginar. E quero dizer apenas que o amo muito", disse, chorando muito. A tia Janet a acolheu.
Os jogadores de basquete Kobe Bryant e Magic Johnson, a atriz Queen Latifah, os pastores Lucious Smith e Al Sharpton, os ativistas Bernice King e Martin Luther King III - filhos do Nobel da Paz Martin Luther King Jr. -, a deputada Sheila Jackson Lee, e Berry Gordy, fundador da gravadora Motown (que lançou os Jackson Five), foram alguns dos que fizeram seus discursos.
O funeral público terminou por volta das 12h50 (16h50 horário de Brasília). Os fãs que participaram da cerimônia foram aqueles privilegiados sorteados com ingressos gratuitos - cerca de 1,5 milhão de pessoas se inscreveram para concorrer aos disputados convites.
Adeus ao rei do pop Michael Jackson sofreu uma parada cardíaca no dia 25 de junho. O músico chegou a ser conduzido ao UCLA Medical Center, em Los Angeles, mas foi declarado morto às 14h26 (18h26 em Brasília). Especula-se que o músico possa ter sofrido um enfarto em decorrência do uso excessivo de medicamentos, mas os resultados dos testes toxicológicos da necropsia realizada no corpo só devem ser divulgados em agosto.
Em 25 de junho de 2009, foi noticiado que Michael Jackson sofreu uma parada cardíaca em sua casa, na vizinhança de Holmby Hills, Los Angeles, CA, Estados Unidos. Os serviços de emergência médica socorreram o cantor em sua casa, na tentativa de reanimá-lo. Porém, como Jackson se encontrava em estado de coma profundo, ele foi levado às pressas para o hospital universitário da Universidade da Califórnia em Los Angeles (UCLA). Desde sua internação, rumores haviam se espalhado pela imprensa confirmando seu falecimento. Às 14h06min (horário local) de 25 de junho de 2009, o site Los Angeles Times tornou-se um dos primeiros a divulgar a morte do astro. Sua morte teve uma repercussão internacional instantânea, sendo motivo de preocupação por parte dos fãs em muitas partes do mundo. Defronte ao hospital da UCLA, muitos fãs do cantor cercaram o prédio à procura de informações sobre a suposta 'morte' de Jackson. Porém, pouco tempo depois da internação de Jackson, sua morte foi confirmada às 14h26min (horário local) do mesmo dia. Michael receberá homenagens em vários países. No Brasil, o Governo do Estado do Rio de Janeiro prometeu erguer uma estátua do astro na favela Santa Marta, local onde ele gravou um videoclipe. Inglaterra, local onde ele iria fazer os concertos, ganhará uma estátua de cera no famoso museu Madame Tussauds.
A morte de Jackson foi confirmada pelo porta-voz do Instituto Médico Legal de Los Angeles, Fred Corral. Contudo a parada cardíaca noticiada não foi confirmada pelo porta-voz do hospital.
Na sexta-feira, dia 26 de junho de 2009, após três horas de necrópsia, o corpo do astro pop foi liberado com laudo prévio que descartava indícios de violência como causa mortis. Entretanto, resultados toxicológicos podem levar de 4 a 6 semanas para serem obtidos e divulgados.
Fonte: pt.wikipedia.org
Opinião do Criador do Blog
Michael Jackson foi o maior astro da música de sua geração. Nunca será esquecido. Nunca esquecerei de seu jeito único de dançar, cantar e conquistar o mundo todo. Jamais esquecerei de seus sucessos "Beat it", "Billie Jean", "Black or White", "Thriller", "I'´ll be there", "You are not alone", "The way you make me feel", "Smooth Criminal" e sua influência em muitos cantores e bandas que surgiram depois. Quanto a mim, o que dizer, sou fã de Michael Jackson desde pequeno. Ouvi, ouço e sempre ouvirei suas músicas que são eternas. Quando soube de seu falecimento, fiquei chocado, foi inacreditável. Até agora não acredito que o rei da música pop partiu. Sentirei muito a sua falta Michael.
Descanse em paz. God bless you Michael Jackson. Rest in peace.
Yngwie Malmsteen, nome artístico de Lars Johan Yngve Lannerbäck, (Estocolmo, 30 de junho de 1963) é um virtuoso guitarrista sueco.
O Interesse pela Música Lars Johann Yngwie Lannerback nasceu em Estocolmo, Suécia, 30 de junho de 1963. Guitarrista conhecido por sua incrível velocidade,teve aulas de piano e trompete e aos 5 anos ganhou seu primeiro violão, que ficou parado até 18 de setembro de 1970 quando viu um especial na TV sobre a morte de Jimi Hendrix.O que lhe chamou a atenção não foi a técnica de Hendrix mas sim o momento em que ele pôs fogo em sua guitarra após quebrá-la.
Aplicando sua intensa curiosidade e tenacidade primeiro com uma velha guitarra Mosrite e depois uma barata Stratocaster, Yngwie entrou na música de bandas como Deep Purple. Sua admiração pelas influências clássicas de Ritchie Blackmore levaram-no a conhecer Bach, Vivaldi, Beethoven, Mozart e Paganini, entre outros compositores.
Dedicação Musical Quando tinha 10 anos adotou o sobrenome de sua mãe, Malmsteen, passou a dedicar todas as suas energias para a música e parou de ir para a escola. Na escola era sempre considerado "arrumador de problemas", brigava frequentemente e só ia bem nas matérias que realmente gostava: Inglês e Artes. Sua mãe, reconhecendo seus talentos musicais permitiu que ficasse em casa com seus discos e sua guitarra.
Com 15 anos ele abandonou totalmente a escola e trabalhou como Luthier. Escalopou a escala de uma guitarra e trocou os trastes por super jumbo Dunlop 6000 e ficou impressionado com os resultados. Viria a aplicar isso em guitarras melhores e as usa desta forma até hoje. Começou a tocar em várias bandas e quando tinha 18 anos gravou uma demo e enviou para várias pessoas, inclusive ao fundador da gravadora Shrapnel. Terminou sendo chamado para Los Angeles para entrar na banda Steeler.
Primeiras Bandas Com o Steeler gravou um álbum e depois foi para o Alcatrazz, uma banda no estilo do Rainbow fundada por Graham Bonnett. Apesar de ter feito nessa banda alguns dos seus melhores solos, como Jet to Jet e Hiroshima Mon Amour, ficou provado que seu trabalho ainda estava limitado e o único jeito era gravar discos solo.
Carreira Solo O primeiro disco solo de Yngwie, "Rising Force", entrou nas paradas da Billboad no #60 lugar, uma ótima marca para um disco quase todo instrumental. Esse álbum ganhou uma indicação para o Grammy e várias votações em revistas como Revelação, Melhor Guitarrista, etc. Seus duelos com o grande tecladista Jens Johansson (ex Stratovarius) fizeram nascer um novo estilo musical: o metal neo-clássico, mais tarde chamado de Baroque & Roll.
As composições neo-clássicas de Yngwie alcançaram novas alturas em 1986 no álbum "Trilogy". Até os dias de hoje esse é um dos seus discos favoritos, tanto nas letras quanto musicalmente.
Volta Por Cima No ano seguinte, no dia 22 de junho de 1987, bateu seu Jaguar e passou uma semana em coma, além de perder alguns movimentos de suas mãos. Quando estava se recuperando soube que sua mãe havia morrido de câncer e percebeu que a sua única salvação era a música. O resultado foi "Odyssey", não um dos favoritos de Yngwie, mas aclamado por ser mais acessível. Da turnê desse álbum saiu seu primeiro disco ao vivo: "Trial By Fire Live In Leningrad". Depois lançou "Eclipse" ainda com um som comercial e com uma formação totalmente diferente, com músicos suecos não muito famosos.
Anos 90's Em 1992 lançou o ótimo álbum "Fire And Ice", voltando ao som não comercial.
Em 26 de dezembro de 1993 casou-se com Amberdawn Landin de quem viria a se separar em 1996.
Em 1994 lançou o disco "Seventh Sign", que foi comparado ao "Marching Out" pelo seu peso e agressividade.
Em setembro e outubro de 1994 a gravadora japonesa Pony Canion lançou dois mini-álbuns ("I Can't Wait" e "Power and Glory") e um vídeo ("Live At Budokan").
Em dezembro de 1994 Yngwie começou a montar seu próprio estúdio, com os melhores equipamentos e iniciou os trabalhos em seu próximo álbum, "Magnum Opus". Esse disco foi lançado em 1995.
Em 1996 gravou um álbum-tributo com músicas das bandas que o influenciaram. Entre elas: Rainbow, Deep Purple, Rush, etc. O nome desse disco é "Inspiration".
Em 1997 Yngwie lançou o maravilhoso álbum "Facing The Animal", considerado por revistas especializadas melhor que seus 4 discos anteriores.
Depois de lançar um álbum com orquestra, Yngwie se interessou em fazer uma "Rising Force Reunion". O desejo dele não se concretizou. Alguns músicos que haviam participado dos primeiros álbuns (Rising Force, Marching Out, etc) estavam envolvidos em projetos distintos e outros não tinham mais um bom relacionamento com Yngwie.
Durante este período em que o sueco buscava novos músicos, foi lançado o álbum "Yngwie Malmsteen LIVE!!", gravado em São Paulo durante a turnê de "Facing The Animal". Em 6 de março de 1998, nasceu o primeiro filho de Yngwie, Antonio Yngwie Johann Malmsteen, na cidade de Miami. Com o nascimento do filho, Yngwie amadureceu. Ignorou os problemas com músicos, voltou a usar o nome "Rising Force" e em 1999, ao lado de Mark Boals (vocais), Barry Dunaway (Baixo), John Macaluso (Bateria) e Mats Olausson (Teclados), lançou seu décimo quarto álbum solo, chamado "Alchemy", que passou a ser considerado, por muitos, o melhor trabalho de sua carreira.
Em 2000, foi lançada a coletânea "Anthology 1994-1999", e um álbum inédito, "War To End All Wars". Após alguns shows, Mark Boals deixou a banda.
Atualmente Em 2001, shows de Yngwie com orquestra no Japão foram gravados para lançamento em CD e DVD.
Em 2002 lança o álbum Attack!!
Em 2004 completa a pirâmide com Joe Satriani e Steve Vai, no G3 Live: Rockin' in the Free World
Em 2005 Malmsteen lançou o álbum “Unleash The Fury” e ficou um longo tempo em turnê mundial, passando inclusive pelo Brasil em Dezembro de 2007
Em 2008 Finalmente é lançado o tão esperado álbum Perpetual Flame, contando com o vocalista Tim "Ripper" Owens (ex-Judas Priest e Iced Earth)
Fonte: pt.wikipedia.org
Yngwie Johann Malmsteen (pronounced /ˈɪŋveɪ ˈmɑːlmstiːn/ in English) (born Lars Johan Yngve Lannerbäck on June 30, 1963) is a Swedish guitarist, composer, multi-instrumentalist, and bandleader. Malmsteen became notable in the mid-1980s for his technical fluency and neo-classical metal compositions, often incorporating high speed picking and arpeggios. Four of his albums, from 1984 to 1988, Rising Force, Marching Out, Trilogy, and Odyssey, ranked in the top 100 for sales.
Early life Malmsteen was born in Stockholm, Sweden, as the third child of a musically talented family. At age seven, he saw a television news report on the death of Jimi Hendrix, an event which had a profound impact on his musical path. It is reported that Yngwie cried in his mother's room for days following the tragedy. To quote his official website, "The day Jimi Hendrix died, the guitar-playing Malmsteen was born". At the age of 10 he took his mother's maiden name Malmsten as his surname, slightly changed it to Malmsteen, and Anglicised his given name Yngve to "Yngwie". Yngwie also created his first band "Track On Earth" at the age of 10, consisting of himself and a friend from school on drums. Malmsteen was a teenager when he first encountered the music of the 19th century violin virtuoso Niccolò Paganini, whom he cites as his biggest classical music influence.
Through his emulation of Paganini concerto pieces on guitar, Malmsteen developed a prodigious technical fluency. Malmsteen's guitar style includes a wide, violin-like vibrato inspired by classical violinists, and use of such minor scales as the Harmonic minor, and minor modes such as Phrygian, and Aeolian. Malmsteen also cites Brian May of Queen, Steve Hackett of Genesis, Uli Jon Roth, Alex Lifeson of Rush, and Ritchie Blackmore of Deep Purple as influences.
1980s In late 1982 Malmsteen was brought to the U.S. by Mike Varney of Shrapnel Records, who had heard a demo tape of Malmsteen's playing. He had brief engagements with Steeler, for their self-titled album of 1983, then Alcatrazz, for their 1983 debut No Parole From Rock N' Roll, and the 1984 live album Live Sentence. Malmsteen released his first solo album Rising Force in 1984, which featured Barrie Barlow of Jethro Tull on drums. His album was really meant to be an instrumental side-project of Alcatrazz, but it contained vocals, and Malmsteen left Alcatrazz soon after the release of Rising Force.
Rising Force won the Guitar Player Magazine's award for Best Rock Album and was also nominated for a Grammy for 'Best Rock Instrumental', achieving #60 on the Billboard album chart. Yngwie J. Malmsteen's Rising Force (as his band was thereafter known) next released Marching Out (1985). Jeff Scott Soto filled vocal duties on these initial albums. His third album, Trilogy, featuring the vocals of Mark Boals, was released in 1986. In 1987, another singer, former Rainbow vocalist Joe Lynn Turner joined his band. That year, Malmsteen was in a serious car accident, smashing his Jaguar E-Type into a tree and putting him in a coma for a week. Nerve damage to his right hand was reported. During his time in the hospital, Malmsteen's mother died from cancer. In the summer of 1988 he released his fourth album, Odyssey. Odyssey would be his biggest hit album, mainly because of its first single "Heaven Tonight". Shows in Russia during the Odyssey tour were recorded, and released in 1989 as his fifth album Trial By Fire: Live in Leningrad.
Malmsteen's "Neo-classical" style of metal became widely popular among guitarists during the mid 1980s, with contemporaries such as Jason Becker, Paul Gilbert, Marty Friedman, Tony MacAlpine and Vinnie Moore becoming prominent. MacAlpine came to the neoclassical/shred field by applying his classical piano training to his guitar playing and Moore arrived at a similar style because he shared Malmsteen's major influences. In late 1988, Malmsteen's signature Fender Stratocaster guitar was released, making him and Eric Clapton the first artists to be honored by Fender.
1990s In the early 1990s Malmsteen released the albums Eclipse (1990), The Yngwie Malmsteen Collection (1991), Fire and Ice (1992) and The Seventh Sign (1994). Despite his early success, and continuous success in Europe and Asia, by the early 1990s 1980s heavy metal styles such as neoclassical metal and lengthy, virtuoso shred guitar solos had become unfashionable in the US. In 1993, Malmsteen's mother-in-law, who was opposed to his engagement with her daughter, had him arrested for threatening her with a shotgun and holding her daughter against her will. The charges against Malmsteen were dropped when he denied the incident.
In the 1990s, Malmsteen continued to record and release albums under the Japanese record label Pony Canyon, and maintained a devoted following from some fans in Europe and Japan, and to a lesser extent in the USA. In 2000, he once again acquired a contract with a US record label, Spitfire, and released his 1990s catalog into the US market for the first time, including what he regards as his masterpiece, Concerto Suite for Electric Guitar and Orchestra, recorded with the Czech Philharmonic Orchestra in Prague.
2000s
After the release of War to End All Wars in 2000, singer Mark Boals left the band. Malmsteen went on tour with former Ark vocalist Jorn Lande. Due to various tensions on tour, Jorn left before the recording of Malmsteen's next album, Attack!!. He was replaced by former Rainbow vocalist Doogie White. White's vocals were well received by fans. In 2003, Malmsteen joined Joe Satriani and Steve Vai as part of the G3 supergroup. Malmsteen made two guest appearances on keyboardist Derek Sherinian's albums Black Utopia (2003), and Blood of the Snake (2006) where Malmsteen is heard on the same tracks as Al Di Meola and Zakk Wylde. In 2004, Malmsteen made two cameo appearances on Harvey Birdman, Attorney at Law- possibly alluded to his status as a guitarist.
Malmsteen released Unleash the Fury in 2005. (This title may be a reference to an audio recording that supposedly captured Malmsteen's immoderate response to a flight attendant who spilled a beverage on him. The recording found popularity in filesharing networks as an example of the absurd behavior of celebrities.) He is married to April and has a son named Antonio after Antonio Vivaldi, and they live in Miami, Florida. A noted Ferrari enthusiast, he owned a black 1985 308 GTS for 18 years before selling it on eBay, and a red 1962 250 GTO. In the mid-2000s, he gave up smoking and drinking alcohol (date: April 2007).
In 2007, Malmsteen was honored in the Xbox 360 version of Guitar Hero II. Players can receive the "Yngwie Malmsteen" award by hitting 1000 or more notes in succession.[5] February 2008 saw the replacement of singer Doogie White with former Iced Earth and Judas Priest and current Beyond Fear singer Tim Owens, with whom Malmsteen had once recorded a cover of Ozzy Osbourne's song "Mr. Crowley", for the 2000 Osbourne tribute album Bat Head Soup: A Tribute to Ozzy. The first Malmsteen album to feature Owens is titled Perpetual Flame and was released on October 14. On November 25, 2008, Malmsteen had three of his songs ("Caprici Di Diablo", "Damnation Game", and "Red Devil") released as downloadable content for the video games Rock Band and Rock Band 2. In 2008 Malmsteen was a special guest on the VH1 Classic show "That Metal Show". In the 10th of March 2009, Malmsteen's label Rising Force has launched his new release Angels Of Love, an instrumental album which features acoustic arrangements of some of his best-known ballads.