domingo, 27 de junho de 2010

Homenagem a Michael Jackson (1958-2009)


Mãe de Michael Jackson vai a tributo em homenagem ao filho.


O evento que lembra o um ano da morte do cantor, foi na antiga casa da família.

Do Ego, no Rio.

A mãe de Michael Jackson, Katherine Jackson, compareceu a antiga casa da família em Gary, no estado de Indiana, nos EUA. Katherine participou de um tributo em homenagem ao filho que, nesta sexta-feira, 25, completou um ano de morto.




Fãs de Michael Jackson prestam homenagem ao astro na Calçada da Fama



No dia em que se comemora 1 ano de sua morte, os admiradores do astro levaram flores para ele.

Nesta sexta-feira, 25, quando se comemora um ano da morte de Michael Jackson, os fãs do astro pop prestam uma homenagem ao cantor. Os admiradores de Michael estiveram na Calçada da Fama, em Hollywood, nos EUA, e colocaram presentes e flores na calçada que traz a estrela com o registro de sua mão.



Fonte: http://ego.globo.com/Gente/Noticias/0,,MUL1602578-9798,00-FAS+DE+MICHAEL+JACKSON+PRESTAM+HOMENAGEM+AO+ASTRO+NA+CALCADA+DA+FAMA.html

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

Grammy 2010

Beyonce é a grande vencedora do Grammy 2010.











Por FAMOSIDADES


SÃO PAULO - Beyoncé se deu bem na 52ª edição do Grammy. A cantora venceu seis das dez categorias em que concorreu na noite deste domingo (31), em Los Angeles, nos Estados Unidos. Dentre os prêmios que a morena levou para casa, estavam os de Canção do Ano e Melhor Cantora Pop, mas foi Taylor Swift quem ganhou a estatueta de Melhor Álbum do ano.


A interprete de “Single Ladies” saiu do Staples Center, em Los Angeles, cheia de gramofones dourados. Beyoncé venceu nas categorias Canção do Ano, Melhor Música R&B, Melhor Performance R&B, Melhor Cantora Pop, Melhor Álbum de R&B Contemporâneo e Melhor Performance de R&B Tradicional.


“Essa noite foi maravilhosa pra mim. Desculpem, mas estou nervosa. Queria agradecer minha família e meu marido. Principalmente meus fãs", afirmou a cantora.


A morena também concorria na categoria Melhor Álbum do Ano – um dos mais cobiçados da premiação -, mas foi desbancada pela jovem Taylor Swift. A loirinha, que conquistou quatro das oito categorias em que concorria, também faturou os prêmios de Melhor Performance Country Feminina, Melhor Canção Country e Melhor Álbum Country.


Lady Gaga e os músicos do Black Eyed Peas também levaram algumas estatuetas para casa. A cantora mais excêntrica do showbizz venceu nas categorias Melhor Álbum Dance e Melhor Gravação Dance, enquanto o grupo de Will.i.am e Fergie faturou os prêmios de Melhor Performance em Grupo, Melhor Álbum Pop e Melhor Vídeo Musical.


Shows


A premiação, realizada em Los Angeles, começou com um super show de Lady Gaga. A cantora subiu ao palco do Staples Center cercada por bailarinos e cantou o hit “Poker Face”. No meio de sua performance, Gaga foi “jogada” em um forno cenográfico e, quando ressurgiu, estava ao lado de ninguém menos que Elton John. Os dois tocaram piano e fizeram um belo dueto com a canção “Speechless”.


A cantora Beyoncé também fez uma apresentação em grandessíssimo estilo. Com um batalhão de dançarinos, a morena subiu ao palco e mesclou seu sucesso “If I Were a Boy” com a canção “You Ought Know”, de Alanis Morrissete.


Pink também fez um belo show que contou com uma apresentação de tecido acrobático e tudo. Bon Jovi, Green Day, Black Eyed Peas e Taylor Swift também se apresentaram durante a premiação.


Homenagens


Como aconteceu na maioria das premiações musicais recentes, uma homenagem a Michael Jackson, falecido em julho de 2009, foi realizada no Staples Center. Prince e Paris Jackson, filhos do "Rei do Pop", subiram ao palco para receber um prêmio e agradecer o carinho dos fãs de seu pai.

“Era para você estar aqui nesta noite. Te amamos, papai”, disse Paris.


Celine Dion, Carrie Underwood, Jennifer Hudson, Smokey Robinson e Usher também cantaram a música “Earth Song” junto com uma gravação da voz de Michael Jackson. Enquanto os cantores de apresentavam, um vídeo com efeitos 3D foi exibido nos grandes telões da festa.


As vítimas do terremoto no Haiti também foram lembradas durante a premiação. O cantor Wyclef Jean, nascido no país, falou algumas palavras e apresentou Andrea Bocelli e Mary J. Blige. Para homenagear as vítimas da tragédia, os dois cantaram juntos a canção “Bridge Over Troubled Water”.



Confira quem foram os vencedores das principais categorias do Grammy 2010:


Melhor Álbum do Ano: “Fearless”, Taylor Swift

Gravação do Ano: “Use Somebody”, Kings Of Leon

Melhor Canção do Ano: “Single Ladies (Put a Ring On It)”, Beyoncé

Artista Revelação: Zac Brown Band

Melhor Performance Pop Feminina: “Halo”, Beyoncé

Melhor Performance Pop Masculina: “Make It Mine”, Jason Mraz

Melhor Performance Pop em Dupla ou Grupo: “I Gotta Feeling”, Black Eyed Peas

Melhor Colaboração Pop: “Lucky”, Jason Mraz & Colbie Caillat

Melhor Álbum Pop: “The E.N.D”, The Black Eyed Peas

Melhor Gravação Dance: “Porker Face”, Lady GaGa

Melhor Álbum Dance: “The Fame”, Lady GaGa

Melhor Performance Solo de Rock: “Working on A Dream”, Bruce Springsteen

Melhor Performance de Rock em Grupo: “Use Somebody”, Kings Of Leon

Melhor Performance de Hard Rock: “War Machine”, AC/DC

Melhor Performance de Metal: “Dissident Aggresor”, do Judas Priest

Melhor Música Rock: “Use Somebody”, Kings Of Leon

Melhor Álbum de Rock: “21st Century Breakdown”, Green Day

Melhor Performance R&B feminina: “Singles Ladies (Put A Ring On It)”, Beyoncé

Melhor Performance R&B Masculina: “Pretty Wings”, Maxwell

Melhor Performance R&B em Dupla ou em Grupo: “Blame It”, Jamie Foxx & T-Pain

Melhor Performance de R&B Tradicional: “At Last”, Beyoncé

Melhor Canção de R&B: “Single Ladies (Put A Ring On It)”, Beyoncé

Melhor Álbum de R&B: “Blacksummers’ Night”, Maxwell

Melhor Álbum de R&B Contemporâneo: “I Am...Sasha Fierce”, Beyoncé

Melhor Performance Solo de Rap: “D.O.A. (Death Of Auto-Tune)”, Jay-Z

Melhor Performance de Rap em Dupla ou Grupo: “Crack A Bottle”, Eminem, Dr. Dree & 50 Cent

Melhor Colaboração em Rap: “Run This Town”, Jay-z, Rihanna & Kanye West

Melhor Rap: “Run This Town”, Jay-z, Rihanna & Kanye West

Melhor Álbum de Rap: “Relapse”, Eminem

Melhor Performance Country Feminina: “White Horse”, Taylor Swift

Melhor Performance Country Masculina: “Sweet Thing”, Keith Urban

Melhor Música Country: “White Horse”, Taylor Swift

Melhor Álbum Country: “Fearless”, Taylor Swift

Melhor Trilha Sonora para Filme ou TV: “Quem Que Ser um Milionário”

Melhor Trilha Sonora Original para Filme ou TV: “Up-Nas Alturas”

Melhor Remix: “When Love Tajes Over”, David Guetta


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Fonte: http://entretenimento.br.msn.com/famosos/noticias-artigo.aspx?cp-documentid=23371566&page=0

segunda-feira, 21 de dezembro de 2009

Whitesnake

Love Ain't No Stranger (Unplugged Version)



Love Ain't No Stranger



Is This Love (Music Video)



Here I Go Again (Unplugged Version)



Here I Go Again



Still of the Night



Too Many Tears



Soldier of Fortune (Unplugged Version)




Whitesnake é uma banda de hard rock britânica formada em 1977. Entre os seus sucessos destacam-se a balada "Is This Love", do álbum Whitesnake de 1987, e a pesada "Love Ain't No Stranger", do álbum Slide It In de 1984.

Logo após o fim do Deep Purple, em 1976, David Coverdale não perdeu tempo e no mesmo ano criou e lançou seu projeto solo: David Coverdale's Whitesnake. O segundo álbum desse projeto, Northwinds (1977) foi produzido por Roger Glover (do MK II do Deep Purple) e contou com a participação de Ronnie James Dio (à época no Rainbow com Ritchie Blackmore) nos 'backing vocals'.

A formação da banda que acompanhava Coverdale era Bernie Marsden e Micky Moody (guitarras), Neil Murray (baixo) e Dave Dowle (bateria). Em 1978 saiu o álbum considerado de estréia do Whitesnake, Trouble. No ano seguinte, Jon Lord (também ex-membro do Deep Purple) juntou-se à banda e na sequência vieram Lovehunter (1979) e Live in the Heart of The City (1980).

Live in the Heart of City é um álbum que reúne dois shows feitos pela banda: o Live In The Heart Of City de 23 e 24 de junho de 1980 e o Live at Hammersmith de 23 de novembro de 1978. O show mais antigo contém algumas músicas do Deep Purple da época que Coverdale esteve no vocal. O show mais recente, contém um 'insert' para um solo de Moody usando slide e fazendo ritmos bem countries/folk na faixa Love Hunter.

Em Ready an' Willing, de 1980, Ian Paice (também ex-Purple) já fazia parte da banda. Apesar de tantos 'ex-Purples', o som do Whitesnake teve, desde o início, um estilo diferente do Deep Purple, mais voltado para o hard rock americano, com fortes influências 'redneck' presentes na guitarra com slide de Moody , ótimos 'riffs' e um baixo bem presente e elaborado.

Em 1981 lançam Come an' Get It e em 1982, Saints & Sinners que conquista o público com músicas como "Here I Go Again" e "Crying In The Rain". Muitas mudanças ocorrem no Whitesnake após este álbum e até o término da banda foi cogitado, o que não aconteceu. Após a turnê de Saints & Sinners, Ian Paice deixa a banda. Pouco depois, Bernie Marsden Neil Murray também saem. Mas Coverdale não esmorece e chama Cozy Powell para substituir Paice. Mel Galley (ex-Trapeze) assume a guitarra e Colin Hodgkinson o baixo. Lançam Slide It In em 1984 e, após o lançamento, mais uma mudança: Micky Moody sai, sendo substituído por John Sykes (ex-Tygers of Pan Tang). "Love Ain't No Stranger", "Guilty Of Love" e "Slow and Easy" fazem dele um sucesso, podendo ser considerado um dos mehores álbuns da banda. Mel Galley apresenta problemas no braço e fica afastado da banda parte da turnê. O Whitesnake segue com um só guitarrista. O baixista Neil Murray volta para a banda enquanto Jon Lord volta para o Deep Purple.

Em 1985 a banda toca no Brasil, no Rock in Rio, no lugar do Def Leppard (que desistiu na última hora devido ao trágico acidente de carro de seu baterista, Rick Allen, que teve um braço amputado). Cozy Powell também deixa a banda e em seu lugar entra Aynsley Dunbar. Whitesnake de 1987 traz como participação especial, o guitarrista Adrian Vandenberg. A música "Is This Love" estoura nas paradas mundiais, sendo inclusive tema de telenovela no Brasil.

As mudanças não param por aí, Vandenberg é efetivado na banda e John Sykes sai (dizem que ele queria ser o único guitarrista), Tommy Aldridge e Rudy Sarzo (Quiet Riot) substituem Aynsley Dunbar e Neil Murray respectivamente. Vivian Campbell (atualmente no Def Leppard) faz do Whitesnake um quinteto mais uma vez. O próximo álbum Slip of the Tongue de 1989 porém, tem Steve Vai na guitarra, em vez de Campbell.

Apesar do sucesso de hits como The Deeper The Love, o disco não vendeu muito bem, e Coverdale decide dar um tempo. Ele só volta em 93 com um projeto chamado Coverdale / Page (com Jimmy Page, ex-Led Zeppelin).

Coverdale reformulou o Whitesnake em 1994, lançando uma coletânea, Greatest Hits. Em dezembro de 97 esteve no Brasil, no show da festa da 89 FM promovendo seu novo álbum, Restless Heart.

Starkers in Tokyo surgiu quando a EMI propôs que Coverdale e Adrian Vandenberg fizessem um show acústico no Japão para promover o novo álbum. O resultado foi tão bem aceito pelos fãs que acabou virando CD.

Em 2000, a gravadora lançou o “The Best of”, um disco que traz parte dos grandes hits que fizeram do Whitesnake uma das melhores bandas de hard rock do mundo. Já em 2003, ele começam uma turnê mundial, onde forma "headliners" em diversos festivais na Europa e América do Norte. No "line up" estão Reb Beach e Doug Aldrich nas guitarras, Timothy Drury nos teclados, Marco Mendoza no baixo e Tommy Aldridge na bateria, além é claro, de Coverdale nos vocais.

Em 2008, já com Uriah Duffy no baixo e Chris Frazier na bateria, a banda lança o álbum Good to Be Bad após 11 anos, sem lançar um álbum de originais. O disco é lançado em versão CD normal, uma versão com caixa rigida especial com ofertas como poster, autocolantes e faixas extras e ainda em versão LP especial. O álbum contem já hits instantâneos como: "Lay Down Your Love", "Can You Hear the Wind Blow", "Good To Be Bad" e ainda as baladas "All I Want All I Need" e "Summer Rain". O álbum foi para já muito bem acolhido pela imprensa como grande candidato a álbum do ano. A banda passa dia 2 de Agosto por Portugal na sua actual digressão, no Festival EXPOFACIC em Cantanhede, Coimbra.

Formação atual
David Coverdale - Vocais e guitarra(em algumas musicas)
Doug Aldrich - Guitarra Principal
Reb Beach - Guitarra
Timothy Drury - Teclados
Uriah Duffy - Baixo
Chris Frazier - Bateria

Discografia
Snakebite (1978) (EP)
Trouble (1978)
Lovehunter (1979)
Live at Hammersmith (1980) (Ao vivo)
Ready an' Willing (1980)
Live...in the Heart of the City (1980) (Ao Vivo)
Come an' Get It (1981)
Saints & Sinners (1982)
Slide It In (1984)
Whitesnake / 1987 (1987)
Slip of the Tongue (1989)
Restless Heart (1997)
Starkers in Tokyo (1997) (Ao vivo)
Live In the Still of the Night (2006) (DVD)
Live: In the Shadow of the Blues (2006) (Ao vivo)
Good to Be Bad (2008)


Fonte: pt.wikipedia.org

sábado, 28 de novembro de 2009

Show do AC/DC em São Paulo - 27/11/2009.


AC/DC dá aula de rock para 65 mil pessoas em São Paulo



Notícia extraída do site http://www.terra.com.br/



Quando as luzes do Estádio do Morumbi se apagaram nesta sexta-feira (27) poucos minutos depois das 20h30, as arquibancadas e pistas foram tomadas por gritos e principalmente pelas luzes vermelhas emitidas dos chifres luminosos vendidos por R$ 5 (antes do show) ou R$ 10 (durante a apresentação). Uma animação exibida nos telões indicava que em poucos segundos o AC/DC assumiria o palco com sua nova turnê, a Black Ice Tour, apresentada para 65 mil pessoas na capital paulista.

Liderados pelo performático guitarrista Angus Young, os veteranos roqueiros conduziram uma verdadeira aula de rock 'n' roll durante as duas horas de apresentação. Em alto e bom som, o quinteto fez uma releitura de sua carreira com os hits mais marcantes desde a fundação do grupo em 1973 até o elogiado Black Ice, de 2008.

A introdução da aula dos australianos veio com uma música nova, Black Ice, que já estava na ponta da língua dos fãs. Logo em seguida, dois clássicos já fizeram o público pular e cantar sem parar. Hell Ain't a Bad Place to Be e Back in Black, esta última um dos maiores êxitos dos australianos, foram tocadas para o delírio dos seguidores do grupo.

Além da introdução visual, o grupo mostrou que a cartilha do rock está em dia. Ao fim da vinheta, os telões que se abrem revelam a locomotiva, que, mesmo sendo cenográfica, não para de soltar fumaça em um posicionamento que "invade" o palco do grupo. O show seguiu então na mesma infalível fórmula intercalando canções do novo disco, como Big Jack e War Machine, mas sem esquecer-se de hinos do rock como Thundestruck e Hells Bells.

Ajudando o mestre Angus Young em sua aula, o vocalista Brian Johnson ficou responsável pelo carisma. Ao falar com o público pela primeira vez, soltou uma pérola e caiu na graça do público. "Nós não falamos bem 'brasileiro', mas falamos bem o rock n roll", disse. Em um palco que falava por si só, os integrantes do AC/DC seguiram dominando a sala de aula. Uma passarela com chão de vidro, que tinha uma câmera na parte debaixo, serviu de caminho para Angus Young fazer seus clássicos passes e tocar guitarra no meio da pista.

O quesito dos efeitos especiais ganhou destaque principalmente nas previsíveis, mas igualmente sensacionais, coreografias e efeitos reservados para os hits. Em Hells Bells, lentamente um gigante sino desce no meio do palco com o logo da banda em sua lateral. Da mesma passarela, surge Brian Johnson, longe de aparentar 62 anos, que dá um pique e agarra a corda do sino fazendo soar suas badaladas.

Para não parecer que só os clássicos ganharam produções especiais, as canções novas foram acompanhadas por boas animações sincronizadas nos quatro telões do palco. Em War Machine, por exemplo, imagens mostram um avião de guerra em um bombardeio de guitarras e outras cenas ligadas aos conflitos em terra, mar ou no ar.

Embora os efeitos visuais roubem a cena do espetáculo, a parte teatral também não fica para trás. Em outro momento já coreografado, mas mesmo assim surpreendente, Angus Young abandona sua guitarra durante The Jack. Com uma base de blues, o músico começa a se despir no palco sem pressa alguma, tirando uma peça por vez calmamente. Para finalizar, o guitarrista abaixa sua bermuda e mostra uma cueca com o logo do AC/DC, embora em épocas anteriores preferisse mostrar suas nádegas sem problema.

Já a canção TNT, um dos maiores sucessos do grupo, dispensa qualquer tipo de efeito e mostra o poder de rock de arena do AC/DC. Acompanhados pelas poderosas guitarras dos irmãos Young, o público soltou o tradicional "oi, oi, oi" alto o suficiente para ecoar no lotado Estádio do Morumbi. Mesmo assim, para não deixar essa lição de lado, colunas de fogo se encarregam de fechar a execução da música.

Para finalizar esta primeira etapa do show, o grupo encerra com Whole Lotta Rosie, com uma gigante boneca inflável que surge montada no trem do AC/DC, e Let There Be Rock, que usou toda a parafernália de iluminação possível trazida pela banda sendo impressionante mesmo para nossa época de apagão. Em um momento solo, Angus Young, que lidera a banda durante todo o show, mostra de fato sua importância e destaque no grupo com um longo solo de guitarra.

Com a inseparável Gibson SG, o guitarrista fez um verdadeiro portfólio musical usando toda sua técnica com riffs e solos variados com feeling e velocidade.Nesta parte da aula, Angus mostra que a pose também é vital para um roqueiro. A todo momento cobrando gritos do público, o músico seguiu para o palco no fim da passarela, montado no meio da pista. Lá, sob uma chuva de papel picado, o guitarrista seguiu incansável solando em uma plataforma erguida a mais de dez metros de altura.

Bis
Em um breve intervalo cedido pelos professores do AC/DC, os fãs se mostram inquietos e, ao contrário dos tempos de escola, ansiosos pelo retorno de seus mestres. Com gritos de "olê, olê, olê, olê, AC/DC", os seguidores da banda cobraram a volta do grupo, mesmo sabendo que o setlist da atual turnê seria seguido sem improvisos em São Paulo.

Para o fim, o AC/DC guarda mais dois hinos nesta vasta seleção que possuem após 36 anos de carreira: Highway to Hell e For Those About to Rock (We Salute You). Nesta última o único recurso que ainda não havia sido usado no palco surge. Canhões aparecem nas beiradas e no centro do palco. Sincronizados com a música, eles efetuam disparos ensurdecedores para o delírio do público.

Com o apagar das luzes do palco, o AC/DC ainda havia preparado mais uma surpresa. "Como bom show de rock", como definiu um fã que deixava a pista, uma queima de fogos de artifício marcou a despedida dos veteranos de São Paulo em uma aula de duas horas que não deve deixar ninguém de recuperação.

Confira o setlist:
Rock N' Roll Train
Hell Ain't a Bad Place to Be
Back in Black
Big Jack
Dirty Deeds Done Dirt Cheap
Shot Down in Flames
Thunderstruck
Black Ice
The Jack
Hells Bells
Shoot to Thrill
War Machine
Dog Eat Dog
You Shook Me All Night Long
T.N.T.
Whole Lotta Rosie
Let There Be Rock

Bis
Highway to Hell
For Those About to Rock (We Salute You)

sexta-feira, 14 de agosto de 2009

Les Paul (09/06/1915 - 13/08/2009)


Les Paul (nome artístico de Lester William Polfus; Waukesha, 9 de junho de 1915 - White Plains, 13 de agosto de 2009[1]) foi um guitarrista e pioneiro no desenvolvimento de técnicas e instrumentos musicais elétricos.

Começou a se interessar por música aos 8 anos de idade, quando começou a tocar gaita. Logo aprendeu banjo e posteriormente guitarra. Aos 13 anos de idade já era guitarrista de música country e já tocava profissionalmente.

Após participar de algumas bandas, Paul lançou seus dois primeiros discos em 1936: um deles com o nome de Rhubarb Red, e outro como músico da banda de Georgia White.

Após anos fabricando suas próprias guitarras e inovando com novos modelos e características de fabricação, cria uma das primeiras guitarras com corpo de madeira sólido. A Gibson Guitar Corporation fabricou algumas dessas guitarras, mas não quis assiná-las com logo da marca. Após alguns anos, a fabricante mudou de idéia: Gibson Les Paul é uma guitarra usada no mundo todo, tanto por profissionais quanto por amadores. Guitarras Les Paul vêm sendo usadas por: Jimmy Page, Ace Frehley, Joe Perry, Adrian Smith, Peter Frampton, Duane Allman, Gary Moore, Paul McCartney, Jeff Beck, Dickey Betts, Neal Schon, Tom Scholz, Mike Bloomfield, Eric Clapton, George Harrison, Phil Campbell, Buckethead, Gary Rossington,John Fogerty, Slash, Pete Townshend, Tommy Thayer, Daron Malakian, Zakk Wylde, Noel Gallagher, David Gilmour, Dave Grohl, Kirk Hammett, Marcus Siepen, Jay Jay French (Twisted Sister), Billie Joe do Green day e Mark Knopfler

Les Paul morreu de complicações de pneumonia no Hospital White Plains, em White Plains, Nova Iorque, ao lado de sua família e amigos.


Fonte: pt.wikipedia.org



Lester William Polsfuss, known as Les Paul (June 9, 1915 – August 13, 2009) was a musician and inventor. He was a pioneer in the development of the solid-body electric guitar, which "made the sound of rock and roll possible." He is credited with many recording innovations, including overdubbing (also known as sound on sound), delay effects such as tape delay, phasing effects, and multitrack recording.

His innovative talents extended into his playing style, including licks, trills, chording sequences, fretting techniques and timing, which set him apart from his contemporaries and inspired many of the guitarists of the present day. He and his wife Mary Ford had many hit records in the 1950s.

The Gibson Les Paul, one of the world's most popular electric guitars, is named in his honor.
On August 13, 2009, Les Paul died of complications from pneumonia at White Plains Hospital in White Plains, New York. His family and friends were by his side. His attorney stated to the media that Paul had been "in and out of the hospital" because of illness.

On hearing of his death, many artists and musicians paid tribute by expressing their sorrow in various news media. Among those who paid tribute to Les Paul were Saul "Slash" Hudson, Trey Anastasio, Joe Satriani, Tom Morello, Ace Frehley, Brian "Head" Welch, Tad Kubler, John 5, and Keith Richards.


Source: en.wikipedia.org